Wednesday, 12-10-2011 @ 02:39 @ Nenhum Comentário Banalidades @ 620 palavras

Aos cascos dos cavalos contra o paralelepípedo da rua, ao balançar da janela sujeita à fúria do vento, ao arranhar das argolas da cortina pelos trilhos, aos passos e aos cliques nervosos da porcelana; aos familiares primeiros sons da manhã seguiu-se o anúncio suave em sotaque escocês:
- Oito horas, senhorita Meg. – Havia dito a [...]



Thursday, 06-10-2011 @ 03:51 @ Nenhum Comentário Personagens, Textos @ 648 palavras

Eu costumava detestar as manhãs. Quando mais nova, me acreditava uma criatura da noite. O sol nascente não me trazia muito mais do que o aborrecimento de me lembrar que já devia ser hora de ir dormir. Hoje, no entanto, ele não mais punha fim à minha madrugada no meu quarto de menina, e [...]